Insolvências em novembro aumentam mais 3%
As insolvências em novembro aumentaram 3% face ao mês homólogo de 2022, enquanto as constituições diminuíram 4,1% no comparativo.
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As insolvências em novembro aumentaram 3% face ao mês homólogo de 2022, enquanto as constituições diminuíram 4,1% no comparativo.
Os pedidos de insolvência requeridos por terceiros aumentaram mais de 6% nos primeiros dez meses do ano face a 2022, tal como os pedidos apresentados pelas próprias empresas.
Decréscimo no encerramento de processos mantém acumulado abaixo dos valores de 2022.
Insolvências mantêm tendência de subida com um crescimento homólogo superior a 7% em setembro face a 2022, enquanto a criação de novas empresas decresce 18% no comparativo.
As insolvências apresentam um aumento superior a 116% em agosto face a 2022 o que confirma a tendência de crescimento registada no final do primeiro semestre deste ano. As constituições diminuem quase 17% no mesmo período, mas mantém crescimento de 6,5% no acumulado.
Setor combina elevada concentração nos principais centros urbanos com um tecido empresarial maduro e uma distribuição de risco maioritariamente controlada, refletindo a importância da experiência e da estabilidade numa atividade assente na confiança e na especialização
Setor apresenta perfil de risco moderado, mas o agravamento simultâneo dos prazos de pagamento e recebimento intensifica a pressão sobre a tesouraria das empresas.
Atividade caracteriza-se por forte fragmentação, elevada exposição internacional e sinais de transformação e renovação empresarial.
Com 93% de microempresas e 54% das entidades classificadas em risco baixo, o setor da venda de livros, jornais e revistas combina estabilidade operacional com envelhecimento do tecido empresarial.
Dominado por microempresas recentes, o setor combina forte crescimento do volume de negócios e das exportações com um aumento da pressão na tesouraria, refletindo um modelo de negócio intensivo em talento, internacionalização e ciclos financeiros longos.
Em junho, as insolvências declaradas aumentaram 17,1%, mas no conjunto do semestre registam uma ligeira descida (-0,7%). Já a criação de empresas mantém uma trajetória de desaceleração, com menos 5,6% de constituições face a 2025.
Insolvências declaradas fecham maio com variação negativa de 16% face ao período homólogo de 2025. Os encerramentos de processos acompanharam esta tendência, embora em menor escala (- 1,7%). As Constituições apresentam decréscimo homólogo de 24%.
As insolvências declaradas em abril registaram um aumento de 10% face ao período homólogo de 2025, enquanto os encerramentos de processos de insolvência cresceram 17%. Por seu turno, a constituição de novas empresas apresenta uma quebra de quase 9%, refletindo um abrandamento na dinâmica de criação empresarial.
Criação de novas empresas em março de 2026 regista quebra homóloga superior a 7%, totalizando 4.550 constituições, enquanto as ações de insolvência aumentam 54%, valores que refletem um contexto mais exigente para a atividade empresarial.
O total de insolvências aumentou 39% em fevereiro deste ano em relação ao período homólogo de 2025. As constituições diminuíram 26% no período, com uma redução de 5.284 novas empresas criadas em 2025 para 3.881 este ano.
Isto implica uma perda de receitas para 29% das empresas, aumenta os custos financeiros em 34% dos casos e limita a capacidade de expansão da atividade.
Apenas 6% irão elaborar planos de contingência para minimizar os riscos de uma súbita deterioração da situação económica.
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