Insolvências caem 2,9% face a 2020
Insolvências caem 2,9% até final de novembro face a igual período de 2020. As constituições mantêm crescimento que supera ligeiramente os 9%.
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Insolvências caem 2,9% até final de novembro face a igual período de 2020. As constituições mantêm crescimento que supera ligeiramente os 9%.
42% das empresas deteta uma deterioração nos níveis de solvência dos seus clientes causada pelo impacto da pandemia, de acordo com o inquérito de outono do estudo impulsionado pela Crédito y Caución e pela Iberinform.
As insolvências baixaram 15,7% em outubro face ao período homólogo de 2020.
No comparativo dos dez primeiros meses regista-se uma redução de 0,7% em relação ao ano passado.
As constituições também baixaram em outubro, mas a evolução mantém-se positiva.
As empresas não-financeiras portuguesas relevam uma capacidade de resiliência razoável, face à forte recessão ocorrida em 2020, com os setores da Construção, Imobiliário e Serviços de utilidade pública a evidenciarem os melhores indicadores, segundo estudo da Iberinform.
A indústria alimentar em Portugal continua a assentar numa base de microempresas maduras e fortemente orientadas para o mercado interno, com níveis de risco globalmente controlados. Ainda assim, começam a surgir sinais de maior pressão financeira, nomeadamente nos prazos de pagamento, segundo uma análise da Iberinform baseada em dados do Insight View.
Os dados do Insight View revelam um setor com crescimento no volume de empresas, maior concentração nas regiões de Lisboa e Porto e um aumento da atividade das microempresas. Estes sinais, aliados ao crescimento do volume de negócios, consolidam a tendência de recuperação e expansão do setor da compra e venda de imóveis em Portugal.
Apesar de ser maioritariamente composto por microempresas, o setor depende fortemente de um número muito reduzido de grandes operadores, que concentram mais de metade da faturação.
O setor das empresas de trabalho temporário continua a ser um dos setores com forte evolução, com 55% do universo empresarial a ter iniciado atividade há menos de cinco anos e apenas cerca de 14% possuem níveis de risco elevado ou máximo.
Com o volume de negócios e o volume de exportações a apresentarem-se relativamente estáveis, vemos que apenas 19% das empresas possuem risco de incumprimento elevado ou máximo.
Criação de novas empresas em março de 2026 regista quebra homóloga superior a 7%, totalizando 4.550 constituições, enquanto as ações de insolvência aumentam 54%, valores que refletem um contexto mais exigente para a atividade empresarial.
O total de insolvências aumentou 39% em fevereiro deste ano em relação ao período homólogo de 2025. As constituições diminuíram 26% no período, com uma redução de 5.284 novas empresas criadas em 2025 para 3.881 este ano.
Total de insolvência em janeiro deste ano aumenta 29% face ao período homólogo de 2025. As constituições registam decréscimo de 23%.
O número de insolvências em Portugal registou, em 2025, um decréscimo de 2% face ao ano anterior. Em sentido inverso, a constituição de novas empresas aumentou 5%, refletindo uma evolução positiva da dinâmica empresarial.
As insolvências registam uma ligeira redução face a 2024, enquanto as constituições de empresas mantêm um desempenho positivo, com um crescimento superior a 3% no acumulado do ano.
A maioria das 5.000 maiores empresas portuguesas tem sede em Lisboa (35%) e no Porto (18%), seguidas de Braga (8%) e Aveiro (7%).
Dois grandes setores compõem este Ranking 5.000: Comércio (35% das empresas) e Indústria (26%).
As empresas sediadas em Lisboa contribuem com 47% da faturação e têm 46% dos empregados do total do universo em estudo.
As empresas gazela alcançaram um volume de negócios total de 5.597 milhões de euros.
O estudo destas empresas identifica os setores com maior concentração, Construção e Imobiliário (25%), Hotelaria e Restauração (17,9%) e Consultoria (12,2%), que em conjunto representam 55,1% do total.
Em termos geográficos, a maior concentração está em Lisboa (32%) e Porto (18%), seguidos por Braga (9%) e Setúbal (7%).
27% das empresas dizem que estão a sofrer os efeitos da guerra comercial que está a impactar o custo de seus produtos e as margens.
Apenas 10% irão elaborar planos de contingência para minimizar os riscos de uma súbita deterioração da situação económica.
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