61% das empresas não iniciam a cobrança quando as faturas vencem
Apenas 2% das empresas são sistemáticas quando se trata de reivindicar o seu direito a juros de mora e quase todas reclamam abaixo dos 12% fixados por lei.
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Apenas 2% das empresas são sistemáticas quando se trata de reivindicar o seu direito a juros de mora e quase todas reclamam abaixo dos 12% fixados por lei.
As principais atividades destas empresas são: construção e imobiliário com 25%; hotelaria e restauração com 17% e indústria com 15%.
As empresas gazela concentram-se em Lisboa (28%) e Porto (20%), seguido de Braga e Faro (7%).
A maioria das 5.000 maiores empresas portuguesas tem sede em Lisboa (33%) e no Porto (18%), seguidas de Braga (9%) e Aveiro (8%).
Dois grandes setores compõem este Ranking 5.000: Comércio (36% das empresas) e Indústria (28%)
De acordo com o último estudo da Crédito y Caución e da Iberinform, 16% das empresas não aplicam uma política de risco para gerir a prospeção de clientes.
A diferença entre os prazos médios de recebimento e pagamento diminuiu 60% entre 2024 e 2025, refletindo uma maior aproximação dos ciclos de tesouraria.
As cinco maiores empresas do setor registaram um crescimento de 1,84% no volume de negócios em 2025 e apresentam uma taxa de exportação superior a 88%. A atividade mantém uma forte concentração no Norte do país, com Braga e Porto a reunirem 76% das empresas analisadas.
As empresas da indústria do calçado registaram melhorias nos prazos médios de pagamento e recebimento em 2025, apesar de uma ligeira retração do volume de negócios e da taxa de exportação.
Mais de 90% das empresas são microempresas e 96% apresentam níveis de risco baixo ou médio.
As empresas do setor da energia registaram melhorias significativas nos prazos médios de pagamento e recebimento, num mercado onde as dez maiores empresas concentram quase 78% do volume de negócios agregado.
Construção e Obras Públicas é um dos setores de atividade mais afetado.
As insolvências empresariais continuam a aumentar em Portugal em 2026. Até ao final de agosto, o número total de ações de insolvência declaradas registou um crescimento homólogo de 5,1%, correspondendo a mais 55 empresas insolventes do que no mesmo período do ano anterior.
Em julho, foram declaradas 163 insolvências, mais 60 do que no mesmo mês de 2025, enquanto a constituição de novas empresas recuou para 3.695, menos 999 do que há um ano.
Em junho, as insolvências declaradas aumentaram 17,1%, mas no conjunto do semestre registam uma ligeira descida (-0,7%). Já a criação de empresas mantém uma trajetória de desaceleração, com menos 5,6% de constituições face a 2025.
Insolvências declaradas fecham maio com variação negativa de 16% face ao período homólogo de 2025. Os encerramentos de processos acompanharam esta tendência, embora em menor escala (- 1,7%). As Constituições apresentam decréscimo homólogo de 24%.
Isto implica uma perda de receitas para 29% das empresas, aumenta os custos financeiros em 34% dos casos e limita a capacidade de expansão da atividade.
Apenas 6% irão elaborar planos de contingência para minimizar os riscos de uma súbita deterioração da situação económica.
Os efeitos da guerra comercial que está a impactar o custo dos seus produtos e as suas margens.
O mais recente estudo da Crédito y Caución e da Iberinform deteta diversas falhas na criação de estruturas para o controlo sistemático do risco comercial nas empresas portuguesas.
Mário Centeno e Pedro Siza Vieira analisaram os desafios da próxima década, as condições para atrair investimento e as oportunidades nos setores estratégicos
A nova versão da plataforma integra IA nos relatórios de empresas de Portugal e Espanha, simplifica a navegação e permite acesso a partir de dispositivos móveis.
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