Indústria lidera em volume de negócios no distrito de Aveiro
Segundo os dados do Insight View, estas empresas representam 58% do volume de negócios total do distrito, sendo o setor mais relevante em termos de atividade económica.
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Segundo os dados do Insight View, estas empresas representam 58% do volume de negócios total do distrito, sendo o setor mais relevante em termos de atividade económica.
Segundo os dados do Insight View, as empresas do distrito registaram uma taxa de exportação de cerca de 33%, uma tendência crescente nos últimos anos. Apesar do abrandamento, o volume de negócios de Leiria mantém uma evolução positiva (+5%).
De acordo com os dados do Insight View, metade destas empresas foram constituídas nos últimos cinco anos.
Contudo, de acordo com os dados do Insight View, metade destas empresas foram constituídas nos últimos cinco anos.
A diferença entre os prazos médios de recebimento e pagamento diminuiu 60% entre 2024 e 2025, refletindo uma maior aproximação dos ciclos de tesouraria.
As cinco maiores empresas do setor registaram um crescimento de 1,84% no volume de negócios em 2025 e apresentam uma taxa de exportação superior a 88%. A atividade mantém uma forte concentração no Norte do país, com Braga e Porto a reunirem 76% das empresas analisadas.
As empresas da indústria do calçado registaram melhorias nos prazos médios de pagamento e recebimento em 2025, apesar de uma ligeira retração do volume de negócios e da taxa de exportação.
Mais de 90% das empresas são microempresas e 96% apresentam níveis de risco baixo ou médio.
As empresas do setor da energia registaram melhorias significativas nos prazos médios de pagamento e recebimento, num mercado onde as dez maiores empresas concentram quase 78% do volume de negócios agregado.
Construção e Obras Públicas é um dos setores de atividade mais afetado.
As insolvências empresariais continuam a aumentar em Portugal em 2026. Até ao final de agosto, o número total de ações de insolvência declaradas registou um crescimento homólogo de 5,1%, correspondendo a mais 55 empresas insolventes do que no mesmo período do ano anterior.
Em julho, foram declaradas 163 insolvências, mais 60 do que no mesmo mês de 2025, enquanto a constituição de novas empresas recuou para 3.695, menos 999 do que há um ano.
Em junho, as insolvências declaradas aumentaram 17,1%, mas no conjunto do semestre registam uma ligeira descida (-0,7%). Já a criação de empresas mantém uma trajetória de desaceleração, com menos 5,6% de constituições face a 2025.
Insolvências declaradas fecham maio com variação negativa de 16% face ao período homólogo de 2025. Os encerramentos de processos acompanharam esta tendência, embora em menor escala (- 1,7%). As Constituições apresentam decréscimo homólogo de 24%.
Isto implica uma perda de receitas para 29% das empresas, aumenta os custos financeiros em 34% dos casos e limita a capacidade de expansão da atividade.
Apenas 6% irão elaborar planos de contingência para minimizar os riscos de uma súbita deterioração da situação económica.
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