Santarém mantém tendência de crescimento em volume de negócios
As empresas do distrito de Santarém seguem numa série de três anos consecutivos de crescimento de faturação, com cerca de 70% das vendas destinadas ao consumo interno.
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As empresas do distrito de Santarém seguem numa série de três anos consecutivos de crescimento de faturação, com cerca de 70% das vendas destinadas ao consumo interno.
Segundo os dados do Insight View, estas empresas representam 58% do volume de negócios total do distrito, sendo o setor mais relevante em termos de atividade económica.
Segundo os dados do Insight View, as empresas do distrito registaram uma taxa de exportação de cerca de 33%, uma tendência crescente nos últimos anos. Apesar do abrandamento, o volume de negócios de Leiria mantém uma evolução positiva (+5%).
De acordo com os dados do Insight View, metade destas empresas foram constituídas nos últimos cinco anos.
Setor é dominado por microempresas, apresenta elevada rotatividade empresarial e mantém prazos de pagamento e recebimento elevados, apesar de ligeiras melhorias em 2024.
Setor é dominado por microempresas, apresenta elevada maturidade empresarial, ciclos de pagamento curtos e melhoria nos prazos de recebimento.
A evolução do setor das lotarias e jogos de aposta em Portugal revela um mercado altamente fragmentado, impulsionado pelo peso dominante das microempresas e pela crescente entrada de novos operadores digitais, num contexto marcado por estabilidade financeira, dinâmica competitiva crescente e uma expansão internacional cada vez mais relevante.
A indústria alimentar em Portugal continua a assentar numa base de microempresas maduras e fortemente orientadas para o mercado interno, com níveis de risco globalmente controlados. Ainda assim, começam a surgir sinais de maior pressão financeira, nomeadamente nos prazos de pagamento, segundo uma análise da Iberinform baseada em dados do Insight View.
Os dados do Insight View revelam um setor com crescimento no volume de empresas, maior concentração nas regiões de Lisboa e Porto e um aumento da atividade das microempresas. Estes sinais, aliados ao crescimento do volume de negócios, consolidam a tendência de recuperação e expansão do setor da compra e venda de imóveis em Portugal.
Criação de novas empresas em março de 2026 regista quebra homóloga superior a 7%, totalizando 4.550 constituições, enquanto as ações de insolvência aumentam 54%, valores que refletem um contexto mais exigente para a atividade empresarial.
O total de insolvências aumentou 39% em fevereiro deste ano em relação ao período homólogo de 2025. As constituições diminuíram 26% no período, com uma redução de 5.284 novas empresas criadas em 2025 para 3.881 este ano.
Total de insolvência em janeiro deste ano aumenta 29% face ao período homólogo de 2025. As constituições registam decréscimo de 23%.
O número de insolvências em Portugal registou, em 2025, um decréscimo de 2% face ao ano anterior. Em sentido inverso, a constituição de novas empresas aumentou 5%, refletindo uma evolução positiva da dinâmica empresarial.
As insolvências registam uma ligeira redução face a 2024, enquanto as constituições de empresas mantêm um desempenho positivo, com um crescimento superior a 3% no acumulado do ano.
A maioria das 5.000 maiores empresas portuguesas tem sede em Lisboa (35%) e no Porto (18%), seguidas de Braga (8%) e Aveiro (7%).
Dois grandes setores compõem este Ranking 5.000: Comércio (35% das empresas) e Indústria (26%).
As empresas sediadas em Lisboa contribuem com 47% da faturação e têm 46% dos empregados do total do universo em estudo.
As empresas gazela alcançaram um volume de negócios total de 5.597 milhões de euros.
O estudo destas empresas identifica os setores com maior concentração, Construção e Imobiliário (25%), Hotelaria e Restauração (17,9%) e Consultoria (12,2%), que em conjunto representam 55,1% do total.
Em termos geográficos, a maior concentração está em Lisboa (32%) e Porto (18%), seguidos por Braga (9%) e Setúbal (7%).
27% das empresas dizem que estão a sofrer os efeitos da guerra comercial que está a impactar o custo de seus produtos e as margens.
Apenas 10% irão elaborar planos de contingência para minimizar os riscos de uma súbita deterioração da situação económica.
Iberinform e Forbes Portugal destacam os Maiores Líderes do Crescimento 2025
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