Mais de um terço das empresas do setor energético são do distrito de Lisboa
De acordo com os dados do Insight View, cerca de um quarto destas empresas apresentam baixo risco de incumprimento.
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De acordo com os dados do Insight View, cerca de um quarto destas empresas apresentam baixo risco de incumprimento.
De acordo com os dados do Insight View atualizados com as novas IES de 2024, as empresas desta região autónoma tiveram um crescimento superior a 10% em 2024 no volume de negócios face a 2023 e situam-se, na sua grande maioria, no Funchal. Observa-se, ainda, uma taxa de exportação superior a 72%.
Para além do aumento das insolvências, também vemos uma tendência negativa nos dados das constituições de novas empresas, que decresceram 10% nos primeiros três meses do ano.
Embora se tenha verificado uma redução de 4% no volume de negócios face ao período económico anterior, 70% das empresas permanecem com um risco médio ou baixo de incumprimento. A taxa de exportação mantém-se relativamente estável nos 38%.
O setor das empresas de trabalho temporário continua a ser um dos setores com forte evolução, com 55% do universo empresarial a ter iniciado atividade há menos de cinco anos e apenas cerca de 14% possuem níveis de risco elevado ou máximo.
Com o volume de negócios e o volume de exportações a apresentarem-se relativamente estáveis, vemos que apenas 19% das empresas possuem risco de incumprimento elevado ou máximo.
Num setor onde a dispersão geográfica é bastante acentuada, vemos que 79% das empresas são micro ou pequenas empresas. No que toca ao risco de incumprimento, vemos que apenas 15% possuem um nível elevado ou máximo.
Num setor onde a maioria das empresas opera com um risco médio de incumprimento, verificamos que o período económico de 2024 tem bastantes fatores positivos a registar.
Segundo os dados do Insight View, um terço destas empresas estão situadas em Lisboa e, embora o peso das exportações seja elevado (62,2%) e o volume de negócios tenha aumentado, as exportações tiveram uma descida de 6,2 pontos percentuais, o que mostra uma tendência positiva para o consumo interno.
O total de insolvências aumentou 39% em fevereiro deste ano em relação ao período homólogo de 2025. As constituições diminuíram 26% no período, com uma redução de 5.284 novas empresas criadas em 2025 para 3.881 este ano.
Total de insolvência em janeiro deste ano aumenta 29% face ao período homólogo de 2025. As constituições registam decréscimo de 23%.
O número de insolvências em Portugal registou, em 2025, um decréscimo de 2% face ao ano anterior. Em sentido inverso, a constituição de novas empresas aumentou 5%, refletindo uma evolução positiva da dinâmica empresarial.
As insolvências registam uma ligeira redução face a 2024, enquanto as constituições de empresas mantêm um desempenho positivo, com um crescimento superior a 3% no acumulado do ano.
Portugal registou em outubro uma subida de 13% nas insolvências e uma queda de 3,4% nas constituições de empresas face a 2024, embora o ano mantenha um saldo positivo na criação de novas empresas.
A maioria das 5.000 maiores empresas portuguesas tem sede em Lisboa (35%) e no Porto (18%), seguidas de Braga (8%) e Aveiro (7%).
Dois grandes setores compõem este Ranking 5.000: Comércio (35% das empresas) e Indústria (26%).
As empresas sediadas em Lisboa contribuem com 47% da faturação e têm 46% dos empregados do total do universo em estudo.
As empresas gazela alcançaram um volume de negócios total de 5.597 milhões de euros.
O estudo destas empresas identifica os setores com maior concentração, Construção e Imobiliário (25%), Hotelaria e Restauração (17,9%) e Consultoria (12,2%), que em conjunto representam 55,1% do total.
Em termos geográficos, a maior concentração está em Lisboa (32%) e Porto (18%), seguidos por Braga (9%) e Setúbal (7%).
27% das empresas dizem que estão a sofrer os efeitos da guerra comercial que está a impactar o custo de seus produtos e as margens.
Apenas 10% irão elaborar planos de contingência para minimizar os riscos de uma súbita deterioração da situação económica.
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