Mais de um terço das empresas de Évora possuem baixo risco de incumprimento
O distrito de Évora é dominado por microempresas e por empresas a operar no setor dos serviços, com 46% das empresas a apresentam um risco moderado de incumprimento.
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O distrito de Évora é dominado por microempresas e por empresas a operar no setor dos serviços, com 46% das empresas a apresentam um risco moderado de incumprimento.
De acordo com os dados do Insight View, destas empresas, apenas 18% apresentam risco de incumprimento máximo ou elevado.
O distrito tem registado um número significativo de novas empresas, embora estas mais recentes apresentem maior risco de crédito.
As empresas do distrito de Santarém seguem numa série de três anos consecutivos de crescimento de faturação, com cerca de 70% das vendas destinadas ao consumo interno.
A diferença entre os prazos médios de recebimento e pagamento diminuiu 60% entre 2024 e 2025, refletindo uma maior aproximação dos ciclos de tesouraria.
As cinco maiores empresas do setor registaram um crescimento de 1,84% no volume de negócios em 2025 e apresentam uma taxa de exportação superior a 88%. A atividade mantém uma forte concentração no Norte do país, com Braga e Porto a reunirem 76% das empresas analisadas.
As empresas da indústria do calçado registaram melhorias nos prazos médios de pagamento e recebimento em 2025, apesar de uma ligeira retração do volume de negócios e da taxa de exportação.
Mais de 90% das empresas são microempresas e 96% apresentam níveis de risco baixo ou médio.
As empresas do setor da energia registaram melhorias significativas nos prazos médios de pagamento e recebimento, num mercado onde as dez maiores empresas concentram quase 78% do volume de negócios agregado.
Construção e Obras Públicas é um dos setores de atividade mais afetado.
As insolvências empresariais continuam a aumentar em Portugal em 2026. Até ao final de agosto, o número total de ações de insolvência declaradas registou um crescimento homólogo de 5,1%, correspondendo a mais 55 empresas insolventes do que no mesmo período do ano anterior.
Em julho, foram declaradas 163 insolvências, mais 60 do que no mesmo mês de 2025, enquanto a constituição de novas empresas recuou para 3.695, menos 999 do que há um ano.
Em junho, as insolvências declaradas aumentaram 17,1%, mas no conjunto do semestre registam uma ligeira descida (-0,7%). Já a criação de empresas mantém uma trajetória de desaceleração, com menos 5,6% de constituições face a 2025.
Insolvências declaradas fecham maio com variação negativa de 16% face ao período homólogo de 2025. Os encerramentos de processos acompanharam esta tendência, embora em menor escala (- 1,7%). As Constituições apresentam decréscimo homólogo de 24%.
Isto implica uma perda de receitas para 29% das empresas, aumenta os custos financeiros em 34% dos casos e limita a capacidade de expansão da atividade.
Apenas 6% irão elaborar planos de contingência para minimizar os riscos de uma súbita deterioração da situação económica.
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