67% das empresas nunca aplicam juros de mora
38% das empresas iniciam ações de cobrança quando as faturas estão vencidas.
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38% das empresas iniciam ações de cobrança quando as faturas estão vencidas.
Segundo estudo elaborado pela Crédito y Caución e pela Iberinform, 65% das empresas denotam problemas financeiros nos seus clientes.
De acordo com o Estudo de Risco de Crédito realizado pela Crédito y Caución e Iberinform, 11% das empresas estão ameaçadas pela morosidade.
O estudo Panorama Empresarial – Edição 2025, da Iberinform, mostra que as empresas não financeiras em Portugal consolidaram em 2024 um ciclo de crescimento sustentado, com forte criação de valor, maior solidez financeira e redução dos riscos.
A diferença entre os prazos médios de recebimento e pagamento diminuiu 60% entre 2024 e 2025, refletindo uma maior aproximação dos ciclos de tesouraria.
As cinco maiores empresas do setor registaram um crescimento de 1,84% no volume de negócios em 2025 e apresentam uma taxa de exportação superior a 88%. A atividade mantém uma forte concentração no Norte do país, com Braga e Porto a reunirem 76% das empresas analisadas.
As empresas da indústria do calçado registaram melhorias nos prazos médios de pagamento e recebimento em 2025, apesar de uma ligeira retração do volume de negócios e da taxa de exportação.
Mais de 90% das empresas são microempresas e 96% apresentam níveis de risco baixo ou médio.
As empresas do setor da energia registaram melhorias significativas nos prazos médios de pagamento e recebimento, num mercado onde as dez maiores empresas concentram quase 78% do volume de negócios agregado.
Construção e Obras Públicas é um dos setores de atividade mais afetado.
As insolvências empresariais continuam a aumentar em Portugal em 2026. Até ao final de agosto, o número total de ações de insolvência declaradas registou um crescimento homólogo de 5,1%, correspondendo a mais 55 empresas insolventes do que no mesmo período do ano anterior.
Em julho, foram declaradas 163 insolvências, mais 60 do que no mesmo mês de 2025, enquanto a constituição de novas empresas recuou para 3.695, menos 999 do que há um ano.
Em junho, as insolvências declaradas aumentaram 17,1%, mas no conjunto do semestre registam uma ligeira descida (-0,7%). Já a criação de empresas mantém uma trajetória de desaceleração, com menos 5,6% de constituições face a 2025.
Insolvências declaradas fecham maio com variação negativa de 16% face ao período homólogo de 2025. Os encerramentos de processos acompanharam esta tendência, embora em menor escala (- 1,7%). As Constituições apresentam decréscimo homólogo de 24%.
Isto implica uma perda de receitas para 29% das empresas, aumenta os custos financeiros em 34% dos casos e limita a capacidade de expansão da atividade.
Apenas 6% irão elaborar planos de contingência para minimizar os riscos de uma súbita deterioração da situação económica.
Os efeitos da guerra comercial que está a impactar o custo dos seus produtos e as suas margens.
O mais recente estudo da Crédito y Caución e da Iberinform deteta diversas falhas na criação de estruturas para o controlo sistemático do risco comercial nas empresas portuguesas.
Mário Centeno e Pedro Siza Vieira analisaram os desafios da próxima década, as condições para atrair investimento e as oportunidades nos setores estratégicos
A nova versão da plataforma integra IA nos relatórios de empresas de Portugal e Espanha, simplifica a navegação e permite acesso a partir de dispositivos móveis.
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