Margens comerciais e custos laborais, os desafios de 2025
De acordo com o estudo realizado pela Crédito y Caución e Iberinform, 34% das empresas portuguesas sentem uma deterioração no risco de crédito dos seus clientes devido à inflação.
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De acordo com o estudo realizado pela Crédito y Caución e Iberinform, 34% das empresas portuguesas sentem uma deterioração no risco de crédito dos seus clientes devido à inflação.
De acordo com o último estudo da Crédito y Caución e Iberinform, 21% das empresas não aplicam uma política de risco para gerir a prospeção de clientes.
As empresas não financeiras em Portugal aumentaram a criação de valor e reduziram os riscos em 2023, segundo indica o estudo Panorama Empresarial em Portugal da Iberinform.
O Valor Acrescentado Bruto (VAB) cresceu e a rentabilidade económica teve um avanço significativo.
Apenas 2% das empresas são sistemáticas quando se trata de reivindicar os seus direitos a juros de mora e quase todas reclamam abaixo dos 12,25% fixados por lei.
Num setor onde a maioria das empresas opera com um risco médio de incumprimento, verificamos que o período económico de 2024 tem bastantes fatores positivos a registar.
Segundo os dados do Insight View, um terço destas empresas estão situadas em Lisboa e, embora o peso das exportações seja elevado (62,2%) e o volume de negócios tenha aumentado, as exportações tiveram uma descida de 6,2 pontos percentuais, o que mostra uma tendência positiva para o consumo interno.
Segundo dados do Insight View, embora 46% destas empresas apresentem risco elevado de incumprimento, o volume negócios mantém uma tendência de crescimento desde 2021.
Segundo os dados mais recentes do Insight View, num setor onde a dispersão geográfica é notável, vemos que existe um número bastante considerável de empresas com baixo risco de incumprimento e que, por sua vez, aumentou o seu volume de negócios em 2024.
Segundo os dados do Insight View, num setor onde a maior fatia de empresas tem mais de 25 anos, vemos que são estas as empresas que mais contribuem para o volume de negócios global, sendo que 45% das empresas operam com um risco médio de incumprimento.
O número de insolvências em Portugal registou, em 2025, um decréscimo de 2% face ao ano anterior. Em sentido inverso, a constituição de novas empresas aumentou 5%, refletindo uma evolução positiva da dinâmica empresarial.
As insolvências registam uma ligeira redução face a 2024, enquanto as constituições de empresas mantêm um desempenho positivo, com um crescimento superior a 3% no acumulado do ano.
Portugal registou em outubro uma subida de 13% nas insolvências e uma queda de 3,4% nas constituições de empresas face a 2024, embora o ano mantenha um saldo positivo na criação de novas empresas.
Dados do terceiro trimestre de 2025 revelam maior aumento nas ações de insolvência face ao ritmo de crescimento da constituição de novas empresas.
Insolvências aumentaram 8% até final de agosto e Constituições mantém ligeira subida face aos valores de 2024.
As empresas gazela alcançaram um volume de negócios total de 5.597 milhões de euros.
O estudo destas empresas identifica os setores com maior concentração, Construção e Imobiliário (25%), Hotelaria e Restauração (17,9%) e Consultoria (12,2%), que em conjunto representam 55,1% do total.
Em termos geográficos, a maior concentração está em Lisboa (32%) e Porto (18%), seguidos por Braga (9%) e Setúbal (7%).
27% das empresas dizem que estão a sofrer os efeitos da guerra comercial que está a impactar o custo de seus produtos e as margens.
Apenas 10% irão elaborar planos de contingência para minimizar os riscos de uma súbita deterioração da situação económica.
38% das empresas iniciam ações de cobrança quando as faturas estão vencidas.
Iberinform e Forbes Portugal destacam os Maiores Líderes do Crescimento 2025
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