Mais de metade das metalúrgicas de base apresentam um baixo nível de risco
Num setor onde predominam as microempresas, o risco é, maioritariamente, baixo. Por outro lado, as vendas baixaram drasticamente neste último período económico.
Em julho, foram declaradas 163 insolvências, mais 60 do que no mesmo mês de 2025, enquanto a constituição de novas empresas recuou para 3.695, menos 999 do que há um ano.
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Num setor onde predominam as microempresas, o risco é, maioritariamente, baixo. Por outro lado, as vendas baixaram drasticamente neste último período económico.
Segundo os dados do Insight View, as empresas do distrito registaram uma taxa de exportação de cerca de 33%, uma tendência crescente nos últimos anos. Apesar do abrandamento, o volume de negócios de Leiria mantém uma evolução positiva (+5%).
A maioria das 5.000 maiores empresas portuguesas tem sede em Lisboa (34%) e no Porto (18 %), seguidas de Braga (9%) e Aveiro (8%).
Dois grandes setores compõem este Ranking 5.000: Comércio (36%) das empresas e Indústria com (27%).
Destas empresas 56% têm mais de 25 anos de antiguidade.
As insolvências em dezembro aumentaram 16% face ao mês homólogo de 2023. Contudo, no total do ano, o aumento ficou contido em 0,7%. As constituições baixaram 1,4% face a 2023, diminuindo de 50.891 para 50.169 novas empresas.
Setor combina elevada concentração nos principais centros urbanos com um tecido empresarial maduro e uma distribuição de risco maioritariamente controlada, refletindo a importância da experiência e da estabilidade numa atividade assente na confiança e na especialização
Setor apresenta perfil de risco moderado, mas o agravamento simultâneo dos prazos de pagamento e recebimento intensifica a pressão sobre a tesouraria das empresas.
Atividade caracteriza-se por forte fragmentação, elevada exposição internacional e sinais de transformação e renovação empresarial.
Com 93% de microempresas e 54% das entidades classificadas em risco baixo, o setor da venda de livros, jornais e revistas combina estabilidade operacional com envelhecimento do tecido empresarial.
Dominado por microempresas recentes, o setor combina forte crescimento do volume de negócios e das exportações com um aumento da pressão na tesouraria, refletindo um modelo de negócio intensivo em talento, internacionalização e ciclos financeiros longos.
Em julho, foram declaradas 163 insolvências, mais 60 do que no mesmo mês de 2025, enquanto a constituição de novas empresas recuou para 3.695, menos 999 do que há um ano.
Em junho, as insolvências declaradas aumentaram 17,1%, mas no conjunto do semestre registam uma ligeira descida (-0,7%). Já a criação de empresas mantém uma trajetória de desaceleração, com menos 5,6% de constituições face a 2025.
Insolvências declaradas fecham maio com variação negativa de 16% face ao período homólogo de 2025. Os encerramentos de processos acompanharam esta tendência, embora em menor escala (- 1,7%). As Constituições apresentam decréscimo homólogo de 24%.
As insolvências declaradas em abril registaram um aumento de 10% face ao período homólogo de 2025, enquanto os encerramentos de processos de insolvência cresceram 17%. Por seu turno, a constituição de novas empresas apresenta uma quebra de quase 9%, refletindo um abrandamento na dinâmica de criação empresarial.
Criação de novas empresas em março de 2026 regista quebra homóloga superior a 7%, totalizando 4.550 constituições, enquanto as ações de insolvência aumentam 54%, valores que refletem um contexto mais exigente para a atividade empresarial.
Isto implica uma perda de receitas para 29% das empresas, aumenta os custos financeiros em 34% dos casos e limita a capacidade de expansão da atividade.
Apenas 6% irão elaborar planos de contingência para minimizar os riscos de uma súbita deterioração da situação económica.
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