31% das empresas de Viseu foram constituídas nos últimos cinco anos
De acordo com os dados do Insight View, estas empresas contabilizam apenas 6% do total do volume de negócios do distrito.
O total de insolvências aumentou 39% em fevereiro deste ano em relação ao período homólogo de 2025. As constituições diminuíram 26% no período, com uma redução de 5.284 novas empresas criadas em 2025 para 3.881 este ano.
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De acordo com os dados do Insight View, estas empresas contabilizam apenas 6% do total do volume de negócios do distrito.
Destas empresas, uma em cada quatro apresentam um risco máximo ou elevado de incumprimento.
Este é o primeiro mês do ano em que as insolvências aumentam face aos meses homólogos de 2022. Contudo, no acumulado, as insolvências ainda se mantêm abaixo do total registado no primeiro trimestre do ano passado. As constituições continuam a aumentar, mas de forma mais moderada.
Contudo, de acordo com os dados do Insight View, estas empresas apenas registam 6% do total de volume de negócios do arquipélago.
Os dados do Insight View revelam um setor com crescimento no volume de empresas, maior concentração nas regiões de Lisboa e Porto e um aumento da atividade das microempresas. Estes sinais, aliados ao crescimento do volume de negócios, consolidam a tendência de recuperação e expansão do setor da compra e venda de imóveis em Portugal.
Apesar de ser maioritariamente composto por microempresas, o setor depende fortemente de um número muito reduzido de grandes operadores, que concentram mais de metade da faturação.
O setor das empresas de trabalho temporário continua a ser um dos setores com forte evolução, com 55% do universo empresarial a ter iniciado atividade há menos de cinco anos e apenas cerca de 14% possuem níveis de risco elevado ou máximo.
Com o volume de negócios e o volume de exportações a apresentarem-se relativamente estáveis, vemos que apenas 19% das empresas possuem risco de incumprimento elevado ou máximo.
Num setor onde a dispersão geográfica é bastante acentuada, vemos que 79% das empresas são micro ou pequenas empresas. No que toca ao risco de incumprimento, vemos que apenas 15% possuem um nível elevado ou máximo.
O total de insolvências aumentou 39% em fevereiro deste ano em relação ao período homólogo de 2025. As constituições diminuíram 26% no período, com uma redução de 5.284 novas empresas criadas em 2025 para 3.881 este ano.
Total de insolvência em janeiro deste ano aumenta 29% face ao período homólogo de 2025. As constituições registam decréscimo de 23%.
O número de insolvências em Portugal registou, em 2025, um decréscimo de 2% face ao ano anterior. Em sentido inverso, a constituição de novas empresas aumentou 5%, refletindo uma evolução positiva da dinâmica empresarial.
As insolvências registam uma ligeira redução face a 2024, enquanto as constituições de empresas mantêm um desempenho positivo, com um crescimento superior a 3% no acumulado do ano.
Portugal registou em outubro uma subida de 13% nas insolvências e uma queda de 3,4% nas constituições de empresas face a 2024, embora o ano mantenha um saldo positivo na criação de novas empresas.
A maioria das 5.000 maiores empresas portuguesas tem sede em Lisboa (35%) e no Porto (18%), seguidas de Braga (8%) e Aveiro (7%).
Dois grandes setores compõem este Ranking 5.000: Comércio (35% das empresas) e Indústria (26%).
As empresas sediadas em Lisboa contribuem com 47% da faturação e têm 46% dos empregados do total do universo em estudo.
As empresas gazela alcançaram um volume de negócios total de 5.597 milhões de euros.
O estudo destas empresas identifica os setores com maior concentração, Construção e Imobiliário (25%), Hotelaria e Restauração (17,9%) e Consultoria (12,2%), que em conjunto representam 55,1% do total.
Em termos geográficos, a maior concentração está em Lisboa (32%) e Porto (18%), seguidos por Braga (9%) e Setúbal (7%).
27% das empresas dizem que estão a sofrer os efeitos da guerra comercial que está a impactar o custo de seus produtos e as margens.
Apenas 10% irão elaborar planos de contingência para minimizar os riscos de uma súbita deterioração da situação económica.
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